quinta-feira, 23 de outubro de 2014

13:13

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Uma questão
de se importar
com
o
OUTRO.



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terça-feira, 21 de outubro de 2014

13:13

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Coração
quando é valente
não cansa de ter esperança

e quer pra toda gente
menos medo
menos ódio

coração valente só
quer ver a gente contente
de ver a esperança
vencer.


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13:13

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XICO SÁ,
se um dia eu crescer
quero ser igualzinha à você.

Te amo, lindão!



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sábado, 27 de setembro de 2014

16:16

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O tempo do amor
às vezes a gente gasta, jogando conversa fora,
No tempo do amor
cabem todas as perguntas, tantas que tanto faz a resposta,

somos portadores do futuro, o prazer está à flor da pele
e a pele é macia, mesmo quando os sentimentos não são,

até que o tempo provoca uma tal metamorfose
que a gente parece que parou, lá, atrás, aonde?...

_ em algum tempo onde todos se apaixonarão outra vez.



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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

18:18

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Possuir. Você me possui. Eu te possuo. Somos posse.

E POSE!



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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

20:02

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Chove
e tudo refresca
Multiplicam-se partículas
em ar fresco e renovado

Parece um começo de amor.

Colho umas gotas
e lavo meu rosto com chuva
e ao sentir o gosto da chuva que cai
re-descubro alguma coisa que parece VIDA

Líquida, vívida, fluída
Decidida de molhar mesmo quando me recolho
Lembra o amor, decidido de ficar mesmo quando tudo parece fora de lugar.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

18:28

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eu queo do amor
o nascimento
de um novo eu a cada dia
desperto para a alegria
e que me divirta e divirta-se

porque se o amor não for divertido,
perde a graça.



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terça-feira, 2 de setembro de 2014

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

20:22

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Você pode nem acreditar, mas acredite!, tudo gira em torno do amor. Mesmo quando parece que não. Tudo gira. Estamos girando sem sentir, giramos com o mundo e com o amor. Mesmo quando parece que tudo está parado. E não está. O movimento acontece, e acontece por amor. Os astros apontarão tendências, o enquadramento das estrelas indicará possibilidades, a lua à quarto crescente apontará um caminho, mas tudo será inspirado pelo amor. Mesmo que não pareça. Será.

Dá um conforto pensar no amor, mesmo sem saber o que é exatamente este sentimento original, confuso e misterioso que nos inicia, reinicia, e nos permite sobreviver. Porque a gente pode resistir à ele, mas nada resiste aos desígnios do amor. Mesmo quando parece que não.

Haverá o amor em cada esquina. Em cada luz que se acende em um lar. Em cada passageiro do ônibus das seis. Em cada buzina que ensurdece. Em cada nota musical. Em cada alimento que chegue à boca. Em cada palavra. Em cada gesto. Em cada pessoa. Em cada cama que embala o sono, este gesto tão genuinamente amoroso. Reside na intenção.

Tudo vai sendo feito por amor. Próprio. Ao outro. Às coisas. Aos filhos. Aos pais. Ao amantes. Às possilidades. Ao futuro. Ao amanhã imediato. Ao prazer. Àquela sensação de estar fazendo oque for preciso em nome do amor "á". A gente faz as coisas por fundo amoroso. Mesmo que custe caro. Que não seja lícito, ou legal, ou moral, ou mesmo que engorde.

Não há contradição nenhuma nisso. Basta perceber a intenção. Lá estará o amor justificando todos os atos. Não faz muito sentido, mas, e alguma coisa faz muito sentido na vida, além do amor pelo amor?

_ Eu creio que não!



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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

20:00

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Pra quem gosta de
música velhinha pra ouvir embaixo da lua.



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19:19

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Sem vontade de lagrimar?
_ mas como?,

se o amor faz sinfonia tão fina com as lágrimas que devagarzinho
se formam, lá na casa das saudades,

nada de meio, é tudo inteiro,
mesmo quando parece que foi,
que já era, que nada mais,

sentimentos quando imensos,
guardam em suas entranhas a grandeza, de por vezes, CALAR.



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sábado, 9 de agosto de 2014

02:08

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Eu me esqueci.
Esqueci de como eu era.
Esqueci de mim

e esqueci de ver que horas eram
essas horas

esquecidas,

que me fariam te esquecer.

Eu me esqueci.
Esqueci de como você era.
Esqueci de ti

e ao te esquecer, me esqueci de mim,
das horas e agora

tanto faz.

TANTO FAZ QUE HORAS ERAM...



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domingo, 3 de agosto de 2014

00:01

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Perfeito é oque você quiser dentro do seu coração. Dentro do meu, há uma noite de estrelas. Faz frio, mas só do lado de fora. Dentro do meu coração, há uma casa. Uma pequena casa de troncos antigos e duradouros, afetuosos troncos de madeira que cedem seu direito de ser árvore para virar abrigo. Dentro dessa casa tem luz. Uma luz intensa sem ser forte, suave e gerada por fagulhas de amor. O que gera a força pra essa casinha é o amor que ela gera, guarda e salvaguarda. É de facílimo acesso, e justo por isso, pouco avistável. Escapa-nos oque está muito perto. O que é muito simples. O que é calmo e suave. Dentro do meu coração existe um céu de muitas estrelas, existe uma bruma com aroma de ervas secretas, mágicas, e lá existe uma casa. Uma casinha de uma porta e sem janela. Ela é perfeita pra mim. E tem lugar pra você.



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quarta-feira, 23 de julho de 2014

20:18

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Oque será que havia na tal àrvore do fruto proibido? Que propriedade tão louca havia naquela tal maçã que uma mordidinha de nada alterou a rota, transmutando-nos de seres alados à seres expulsos do paraíso? Expulsão. Triste fim de Policarpo Quaresma. Estávamos nós lá, bem a vontade, desfrutando paisagens paradisíacas, e a curiosidade pelo gosto de uma mera frutinha pôs todo paraíso à perder. Não faz nenhum sentido. No entanto, é com essa historinha é que a gente cresce e adquire a noção de desmerecedores. Dá até pra pensar racionalmente e deduzir que deve ser outra coisa, a simbologia é abstrata demais pra ser alcançada, mas o fato é que nas entranhas no nosso DNA, está contida a noção do pecado original.

Pecado original. A gente está tão envolvido com a sentença de que teríamos dor ao parir, e que teríamos que suar pelo pão de todo dia que, não sobrou tempo pra questionar esta praga que se abateu sobre nossas toscas cabeças. Uso a primeira pessoa do plural porque estou tentando falar do Homem, raça, espécie, estes bilhões de seres que habitamos o tempo de hoje sem perguntar o verdadeiro porque.

´Talvez porque não dê tempo. Talvez porque ninguém tenha a resposta. Talvez porque sobreviver nos leve todo o tempo. Talvez porque não faça sentido perguntar. Talvez porque sejamos mesmo assim, desmerecedores. Tenho dó. Dó do tanto que a gente poderia ser e não é. Generalizando, lógico. Porque na mente, no mundo dos pensamentos, das ideias, lá naquele paralelo intangível, não somo assim. Lá a gente merece. A gente decide que merece e cria enredos onde não há barreira. Dimensões intransponíveis. Maldade ou vulgaridade. Julgamento nem transgressões.

Lá na mente. Na alma. No lado de dentro. Onde não tem uma árvore proibida. Onde toda fruta é bendita. Onde a vontade é expedita. Onde o pecado não cabe e não existem tentações. Lá onde tudo está bem. Lá dentro. Onde pode ser que exista um elo pra gente achar o caminho e voltar ao paraíso, que nunca deveria ter sido perdido. *

segunda-feira, 21 de julho de 2014

11:11

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INTENÇÃO:


Para que tudo que surge
minhas EXCLAMAÇÕES encontrem um jeito se
ser AMOROSAS.

Amém!




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segunda-feira, 14 de julho de 2014

20:07

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Talvez, alguém esteja aí pra você.
Talvez, muitas pessoas estejam mais que do que aí por você.
Talvez, o mundo seja um bom lugar. Pra você. Pra um monte de gente.

Talvez, não fosse direito falar nada ao contrário disso.
Nada contrário aos afetos possíveis. Ao amor que existe. Às belezas.
Ao calor das manhãs. Dos abraços. Das cobertas. Do café com leite.
Do pão com manteiga. Do arroz com feijão. Das margarida do campinho.

Talvez o verbo só pudesse, ou melhor, só devesse ser usado no tempo presente,
no tempo da esperança, ou da fé, ou ainda na linda virtude da contemplação. Talvez fosse
melhor calar. E no ato do silêncio, quem sabe, encontrar algum motivo pra ser
digno de falar.

Talvez seja melhor. Talvez seja melhor, calar!
Pelas crianças. Pelos jovens. Pelos velhos. Pelos seres de boa vontade. Pelos bons.
Pelo coração. Por você. Quem sabe até?!, por mim...



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segunda-feira, 7 de julho de 2014

18:59

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Em caso de sufoco,
não hesite,
GRITE


grite alto, forte e muito,
mas sem barulho
sem incomodar,
na surdina,
na sua

porque acredite
ninguém dá a mínima pra sua dor.

Quer que eu repita?
_ Ninguém dá a mínima pra sua dor.


Então,
em caso de sufoco,
não hesite,
grite e acredite
no que diz
sua dor.



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18:44

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Eu gosto de falar de solidão. Gosto de falar com a solidão. Tenho um caso de amor com tudo que abraça a solidão. Sou parceira dessas dores ocultas entre páginas, perfis e pessoas. Já provoquei muito pé na bunda por isso. Não pés na bunda amorosos, que isso é clichê, e tudo que é muito clichê parece estar fugindo do estado sozinho de ser, mas pés na bunda da vida mesmo, aquele negócio que acomete pessoas com tendências solitárias. Parece ruim, e de fato, não é moleza. Você tem que ter um punhado grande, mas muito grande de coragem para decidir por ela. É um salto para um lugar desconhecido. Dá medo, tontura, desnorteamentos e formigamentos de toda natureza e a gente até se pergunta: _ porra!, eu não podia gostar de outra coisa na vida? Tinha que ser caída justo por algo de aparência tão assustadora e anti-social? Tinha que ser tão longe da casa da alegria, da casa da euforia, da casa das gratidões e dos grandes corações?... Amar a solidão é uma coisa de gente de coração pequeno. Ou grande demais. Depende do ponto de vista. Porque cabe tanta coisa, e ao mesmo tempo, nada pára por lá. Quando se faz uma exceção, dá ferida. Machuca, arde, queima, agride e aí a solidão acaba sendo um bom lugar.Ou o lugar que resta. Ou o único lugar.

Para a solidão, ou na solidão, eu fecho os olhos e finalmente respiro quem sou. Quem sou? Certamente, ninguém que conte. Os solitários dão sempre um jeito, bastante eficiente de não se fazer notar, ou pior, se fazer notar pelo estranhamento que causam, seus comportamentos, opiniões, e sensibilidade. Parece que a gente é sempre do contra. De esquerda. Extrema esquerda. Uma espécie de terrorista da alegria, sempre com um olho em algum ponto obscuro, que não raro são muitos, e que não interessa à ninguém notar. Faz parte. À Cezar oque é de Cezar!, oras pois. Não é comum haver alegria nas solidões. Quem diz o contrário, não é um solitário, é um hiper relacionado que por opção, vez ou outra, tem a escolha de desfrutar um pouco de si mesmo, sozinho. Isso não é solidão. Isso é elevação. E como são bonitos os elevados!, bonitos, flanam pelas páginas da vida, solicitados e solícitos.

Não!, o solitário de verdade não tem escolha. Mesmo quando o destino abre uma exceção, ele dá um jeito de fazer alguma cagada pra melar tudo e voltar cativo à sua cela vazia de solidão. Solidão... Parece tão silencioso, um silêncio enganoso, como há barulho na solidão!, barulho, gritos, ecos, brumas e fantasmas, muitos fantasmas, torturadores, acusadores, julgadores, juízes de uma história sem graça e sem fim. Amarga é a solidão. Mas, às vezes, quando acostuma-se à ela, finalmente, parece que surge uma trégua. É nessas horas que se deve tomar cuidado: um solitário sempre será tentado a perder a sua réstia de paz. A tentação será um sorriso. Uma palavra. Um aceno mais bem dado. Qualquer coisa ilude o pobre coração de um solitário.

Por isso, solitários, anônimos ou declarados, uni-vos!, protejam-se, cutuquem suas feridas, de forma bem doída, que é pra lembrar que dói sair e depois voltar para o mesmo lugar, e a ferida sangra,e se a gente não dá conta de uma, imagine outras, tantas, novas... pra que? se a gente já sabe que só há um lugar seguro, e esse lugar sagrado se chama solidão.

Dois ditados, pouco populares, pertinentes aos solitários:
'não é permitido ser mordido mais que três vezes pelo mesmo cachorro", e
'quem nasceu pra tostão, nunca vai virar mil-réis'.

É A VIDA COMO ELA É.




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sexta-feira, 27 de junho de 2014

19:59

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Eu confesso:
cai num imenso buraco
existencial,

e pra falar a verdade,
nem terminei de cair ainda,
parece um buraco que
nunca tem fim.



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19:29

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Do que se trata tudo isso, afinal? Trata-se de ganhar? Trata-se de perder? Ganhar ou perder, os dois lados da moeda, o bem e o mal, o certo e o errado, o puro e o insano, do que se trata a vida afinal?
Porque a gente não ganha nunca, completamente. Nem quando perde, é completo. Estamos sempre tropeçando, arranhando ganhos, arredando perdas, contabilizando débitos, créditos e o saldo é sempre, devedor. Porque quando você ganha, você perde algo. Porque, quando você perde, logo mais à frente, alguma coisa te traz a sensação de dádiva.
A gente acha que ganha o tempo todo, mas perde. E é fácil, perder. É como respirar. Perde-se um pouco de tudo, o tempo todo. Perde-se tempo, perdem-se afetos, perdemos viço, sorrisos, e oportunidades que não voltam. Mas ganha-se um pouco de tudo também, o tempo todo. Ganhamos o direito ( ou o dever?) de estar aqui, ganhamos ar, ganhamos bençãos, ganhamos carinhos, pequenos mimos, ganhamos no jogo, ganhamos no tranco, ganhamos. E perdemos. Concomitantemente. O tempo todo.
Daí, que é muito sem sentido a busca por algo irrealizável. A plenitude da palava vitória. É a mais pura ilusão. A gente nunca vai ganhar. A gente nunca vai perder. A gente só vai levando, minha gente, sendo levado pela maré. De sorte. De menos sorte. Do que dér. Do que víér. Ninguém vai se dar bem por completo, enquanto houver alguém se dando mal. A gente só vai trocando de lugar, fazendo de conta que ganha, mas com completo senso de que perde também.
Oque será que a gente não pode perder de jeito nenhum nesta vida? Os dentes, a saúde, os amigos, aquele amor, o ar, o prumo?, oque será que a gente não abre mal de ter, de ganhar? uma casa, um corpo bonito, alguém incrível pra chamar de seu?... a vida?
Oque a gente ganha com isso tudo? A gente perde, quando não sabe que ganha tanto? A gente ganha, quando aceita que perde? A gente perde, quando não dá importância ao que ganha? O que se ganha nessa vida,  nessa busca incessante pra nunca perder, pra sempre ganhar?
Perder é fácil. A razão, sobretudo. A vida é mais do que ganhar.



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