quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

18:40

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... mas às vezes, a memória
se solta da razão, dá as mãos toda alegre
à emoção, que vive onde o medo não cabe,

e tudo que vem a mente é aquele seu sorriso
triste, tão triste quanto o meu.
Triste por existirmos
e não existirmos,
assim, nessa ordem tão desordenada
dessa estranha existência.

[mesmo assim, é TERNO esse lugar]

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