sexta-feira, 8 de abril de 2011

12:58

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Sinto inveja de todo o resto que a mim me escapa pra teu redor desesperadamente próximos como o cheiro de teu nome nas minha ideias.


Sinto inveja do sol e do chão, de um porque te toca e outro deixa tocar, assim, tão, comumente próximos... Mas sabem de mim das coisas? Sou eu teu corpo quando te tomo toda em bordado e te visto de saudade pra que no Balanço das Horas te possa ninar, e mimo.


E, fatalmente, digo em um riso só: ninguém mais tem. Ah! sim, me invejam bem.


YERATOT GUSTAV


[Do poético lírico e único http://trancage.blogspot.com/ ]


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