sábado, 28 de maio de 2011

19:09

.

Ele, para ela
não era um indivíduo,
era uma essência, uma verdade
[ainda que inventada por ela...]

Uma verdade que cheirava a sol e mar
confundindo-a em um perfume inebriante.

Era nas sombras dele
que reinavam a promessa e o mistério dos
sonhos sonhados por ela.


*

Um comentário:

JasonJr. disse...

... :D ...
Bjocas Dn aBEhinha!