segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

20:12



Tudo não passou de uma batalha
entre matéria e anti-matéria

de onde fomos salvos pelo balanço
de um trilionésimo de segundo distraído
que se apaixonou...

[ é preciso cuidado... a anti-matéria, no entanto, espreita-nos!]


*

Um comentário:

thiê disse...

Ei querida, só porque li mais cedo e ao te ler lembrei dessa poesia de um querido poeta Alagoano que mora aqui em minha terrinha:

"Seguraste o sol nas costas.
Agora, reconheces nas cicatrizes
os nomes que queimaram teu corpo,
marcas que anunciam os sofrimentos
que fizeram de ti este ser estranho
que fez uma espera para tocaiar

o silêncio."

Chama-se Mandalas, parte 1, do poeta José Inácio Vieira de Melo.
fica bem, querida.
sempre perto.
thiê