segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

21:21

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Farei escancarada
minha morada
para que terna seja a chegada
do teu inesperado gesto, da tua palavra
as parábolas inventadas pelo teu silêncio lento,
tendo o cuidado de vestir-me em
grinalda de pétalas desta chuva fina que não pára,
chuva para que não haja lágima, mas surpresa, cativa alquimia e ternura e saudade curada, minha janela, é a tua véspera madrugada.
Não tarda!


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