sexta-feira, 28 de março de 2014

18:40

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Minha viagem é ao centro da terra, e chegando lá descubro que o centro da terra sou eu. Não é estranho viajar pra tão longe para descobrir que estava tão perto?

_ não, não!, não é privilégio meu. Se você seguir viagem até o centro da terra, descobrirá, igualmente, que o centro da terra é você.

E assim, sucessivamente, com cada mente que produz. Lá, no centro da terra, descobre-se que podemos criar. Como Deus? ... Não!, nem tanto. Podados fomos quando expulsos do Paraíso, restou-nos somente a ponta da pinha calcificada pelas materialidades que nos distraem.

Mas ainda assim, meio capengas, podemos criar. E oque criamos, conecta-se à todas as outras criações, e assim, do centro da terra, do nosso centro, unimo-nos em uma criação a que chamamos mundo.

Tá bom pra você?
Pra mim tá meia boca. Dá pra melhorar um BOMBOCADO, por isso minha viagem é ao centro da terra, onde descubro que eu sou o centro da terra. Se eu melhorar pra MIM, melhoro pra você. E assim, sucessivamente.

No nosso caso de amor, somos dois, ou somos mil? Em que dimensão você está agora? Em que rede está você, engaufinhado? Tô falando muita besteira?

Tô, né? Mas eu te juro,não pensava em mais nadica de nada se soubesse o caminho pr'alguma ilha bem distante, um canto que fosse, que tivesse água, e éter, dizem que é a substãncia mágica...,relaxar, ver você... estar nos teus braços e simplesmente te amar. Não precisei viajar até o centro da terra pra descobrir isso. Mas precisei viajar. E viajei até lá, e muitas vezes vou voltar, que é pra descobrir um jeito de te alcançar...


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domingo, 16 de março de 2014

15:55

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O amor está te seguindo?
Estarei eu à seguir o amor?
O amor está nos seguindo?
O AMOR ESTÁ!
Sempre está. Mesmo quando parece que não está.
O amor insiste. Ele está à nossa frente,
e sempre à frente de nós.
Amor é o nosso passo quando é dado
e está em cada passo recuado,
por proteção
por cuidado
o amor parece resguardado
mesmo quando se arrisca por todo lado...



Estaremos nós enredados por uma misteriosa
espiral amorosa de onde não se tem escape?
Quem haveria querer escapar ao amor?
Quem poderia escapar do amor?
Quem se arriscaria a perder o fio de contato com o amor?
Talvez você. Talvez eu.
Por algum motivo telúrico, passadas vidas, desencontradas,
Somos amantes de outras estradas.






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segunda-feira, 10 de março de 2014

00:33

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'O TODO está para a maior parte
assim como
a maior parte está para
a menor parte'


Existem subterrâneos inacreditáveis
e transponíveis bem diante dos nossos
belos olhos

Abre-te sésamo!
Perfuma-me gergelim



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